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degois.publication.firstPage269pt_PT
degois.publication.issue3pt_PT
degois.publication.lastPage278pt_PT
degois.publication.locationPortugalpt_PT
degois.publication.titleRevista da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologiapt_PT
dc.relation.publisherversionhttps://revista.spdv.com.pt/index.php/spdv/article/view/910pt_PT
dc.contributor.authorRato, M.-
dc.contributor.authorCostin, A.-
dc.contributor.authorFurtado, C.-
dc.contributor.authorSousa, C.-
dc.contributor.authorToscano, C.-
dc.contributor.authorVeríssimo, C.-
dc.contributor.authorTrindade, F.-
dc.contributor.authorAlmeida, F.-
dc.contributor.authorVelho, G.-
dc.contributor.authorCatorze, G.-
dc.contributor.authorRaposo, I.-
dc.contributor.authorSelada, J.-
dc.contributor.authorFerreira, J.-
dc.contributor.authorBatista, J.-
dc.contributor.authorSantos, L.-
dc.contributor.authorSereijo, M.-
dc.contributor.authorSilva, M.-
dc.contributor.authorApetato, M.-
dc.contributor.authorSanches, M.-
dc.contributor.authorCosta-Silva, M.-
dc.contributor.authorFilipe, P.-
dc.contributor.authorSantos, P.-
dc.contributor.authorFonseca, P.-
dc.contributor.authorMascarenhas, R.-
dc.contributor.authorBajanca, R.-
dc.contributor.authorLopes, V.-
dc.contributor.authorLewis, V.-
dc.contributor.authorDuarte, M.-
dc.contributor.authorGalhardas, C.-
dc.contributor.authorAnes, M.-
dc.date.accessioned2018-11-27T12:01:35Z-
dc.date.available2018-11-27T12:01:35Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationSPDV 2018; 76(3):269-278pt_PT
dc.identifier.issn2182-2395-
dc.identifier.issn2182-2409-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.16/2259-
dc.description.abstractIntrodução: As infeções fúngicas superficiais são as dermatoses infeciosas mais frequentes e a sua incidência continua a aumentar. Os dermatófitos são os principais agentes causais apresentando, contudo, uma distribuição geográfica variável. Material e Métodos: O presente estudo teve como objetivo a caracterização epidemiológica das infeções fúngicas superficiais diagnosticadas nos Serviços/Unidades de Dermatologia pertencentes ao Serviço Nacional de Saúde Português entre janeiro de 2014 e dezembro 2016 através da análise retrospetiva dos resultados das culturas realizadas durante esse período. Resultados: Foram estudados 2375 isolamentos, pertencentes a 2319 doentes. O dermatófito mais frequentemente isolado foi o Trichophyton rubrum (53,6%), tendo sido o principal agente causal da tinha da pele glabra (52,4%) e das onicomicoses (51,1%). Relativamente às tinhas do couro cabeludo, globalmente o Microsporum audouinii foi o agente mais prevalente (42,6%), seguido do Trichophyton soudanense (22,1%). Enquanto na área metropolitana de Lisboa estes dermatófitos foram os principais agentes de tinha do couro cabeludo, nas regiões Norte e Centro o agente mais frequente foi o Microsporum canis (58,5%). Os fungos leveduriformes foram os principais responsáveis pelas onicomicoses das mãos (76,7%). Conclusão: Os resultados deste estudo estão globalmente concordantes com a literatura científica. O Trichophyton rubrum apresenta-se como o dermatófito mais frequentemente isolado em cultura. Na tinha do couro cabeludo, na área metropolitana de Lisboa, as espécies antropofílicas de importação assumem particular destaque.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherSociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologiapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectDermatomicoses/epidemiologiapt_PT
dc.subjectFungospt_PT
dc.subjectMicoses/epidemiologiapt_PT
dc.subjectPortugalpt_PT
dc.titleEpidemiologia das infeções fúngicas superficiais em Portugal - revisão de 3 anos (2014-2016)pt_PT
dc.title.alternativeEpidemiology of Superficial Fungal Infections in Portugal: 3-Year Review (2014-2016)pt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.volume76pt_PT
dc.identifier.doi10.29021/spdv.76.3.910pt_PT
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