Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.16/795
Título: INDICADORES DE QUALIDADE NO BLOCO OPERATÓRIO - O PAPEL DO ANESTESIOLOGISTA NO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO
Autor: Marvão, J.
Data: 1-Jul-2011
Editora: Gabinete Coordenador de Investigação
Resumo: INDICADORES DE QUALIDADE NO BLOCO OPERATÓRIO - O PAPEL DO ANESTESIOLOGISTA NO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO Jorge Marvão 1, 2 1Serviço de Anestesiologia, HSA/CHP. 2Faculdade de Ciências da Saúde, UFP. Hospital de Santo António, Centro Hospitalar do Porto (HSA/CHP), Porto. Universidade Fernando Pessoa, Porto. Introdução Com a evolução dos serviços de saúde, aumentou o grau de exigência das pessoas para com estes, numa perspectiva crescente de resultados e de números. Presentemente o paradigma é produzir mais e melhor, proporcionando maiores índices de produtividade perante as entidades pagadoras (públicas ou privadas), prestando cuidados de saúde mais diferenciados. A dificultar o alcance destas metas surge o crescimento dos custos de produção destes serviços, inerente à própria prática clínica no ‘estado da arte’ e a exigência, cada vez maior de qualidade destes serviços. A solução sustentável, parece ser a da racionalização de recursos, evitando o desperdício de modo a maximizar a rentabilização dos mesmos. Paralelamente à optimização da gestão dos recursos materiais, percebeu-se que os recursos humanos podem ser melhor rentabilizados, o que pode parecer pernicioso e descrito ou comentado como uma robotização dos profissionais. Trata-se de eliminar etapas de processo, condicionalismos de distribuição do espaço ou do tempo destinado a determinadas tarefas, cuja execução não traz qualquer mais-valia ao doente ou à instituição, utilizando este tempo e energia dispendidos pelo trabalhador em funções, actos, realização de check-lists ou outras tarefas que tragam aos intervenientes uma real mais-valia para as pessoas ou para os procedimentos em causa. Objectivos Avaliar os conhecimentos dos Anestesiologistas do Centro Hospitalar do Porto, relativamente aos Indicadores de Qualidade clínicos e não-clínicos, e planificar formação dirigida às necessidades. Elaborar, protocolos e guidelines nacionais de uma matéria importante e actual, sobre a qual pouco existe adequado à realidade nacional. Material e Métodos Cerca de 50% dos Anestesiologistas do Centro Hospitalar do Porto, escolhidos de forma aleatória, responderam a um inquérito, no qual eram referidos 38 Indicadores de Qualidade, competindo aos inquiridos identificar aqueles que reconhecessem como Indicadores. Resultados Os Anestesiologistas reconheceram uma média de apenas 65% dos Indicadores. Nos Indicadores clínicos, a percentagem foi maior, com 68,6% de Indicadores reconhecidos porém, dos Indicadores não-clínicos somente 63,4%. Especial destaque, como o facto de apenas 42% reconhecerem a Indução anestésica na sala de indução, 44% indicarem a utilização de procedimentos poucos usuais ou 56% valorarem a apresentação de trabalhos em congressos. Conclusões Da análise alargada dos resultados, conclui-se que existe ainda um grande desconhecimento dos Indicadores de Qualidade, com particularidades próprias dos médicos, cuja formação de base é estritamente orientada para o doente, descurando aspectos da governação clínica que, pela sua pertinência e impacto, deverão ser reforçados junto dos profissionais com vista a um melhor serviço prestado. Apresentador: Jorge Marvão, Médico Interno de Anestesiologia. Doutorando em Biotecnologia e Saúde, UFP.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.16/795
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